Compra Vinho – Compra coletiva de vinhos

Thursday, 13. January 2011 19:04 | Author:Alain

Gostaria de apresentar o projeto Compra Vinho (www.compravinho.com.br), do qual sou um dos idealizadores, e gostaria de convidá-los a participar.

Trata-se do primeiro site de compra coletiva especializado em vinhos.

Nossa proposta é oferecer vinhos de qualidade a preços nunca antes praticados, com descontos de até 60%.

Buscamos oportunidades junto a importadoras e distribuidoras tendo como pré-requisito a venda de uma quantidade mínima de garrafas, dessa forma é possível negociar valores mais atraentes.

Já estamos trabalhando para ampliar as opções apresentadas no site e nossa primeira oferta estará disponível para compra até o dia 25 de janeiro.

É a promoção do vinho branco chileno Anakena Single Vineyard Sauvignon Blanc 2008, vendido por R$29,90 a garrafa:

Este vinho foi premiado com a medalha de prata na Vinalies International Paris em 2009 (veja em http://www.anakenawines.cl/awards/2009.php).

É um belíssimo vinho pra amenizar o calor do verão e precisamos atingir no mínimo 200 garrafas vendidas para que a oferta se concretize.

Oferecemos ambiente seguro e pagamento através de transferência bancária, boleto e cartão de crédito (mais informações no site).

Ao término da oferta os vinhos poderão ser retirados na Confraria Carioca (Rio Plaza Shopping – Av. General Severiano, nº97 loja 237-A) e a entrega é grátis para pedidos de doze ou mais unidades.

Ajude a divulgar! Garanta as suas garrafas!

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Anakena Single Vineyard Sauvignon Blanc 2008

ANAKENA SINGLE VINEYARD SAUVIGNON BLANC 2008

Oferta válida do dia 11 a 25/jan/2011

Mínimo de 200 / máximo de 500 garrafas


Este vinho é a pura expressão da Sauvignon Blanc no Vale Casablanca.

Todas as uvas são provenientes de vinhedos próprios de modo que o produtor teve controle total sobre a gestão das vinhas, oferecendo complexidade máxima e a melhor expressão do terroir.

Sem dúvida, uma grande oportunidade.


Safra: 2008

Uva: 100% Sauvignon Blanc

Vale de origem: Casablanca Valley

Vinificação: Maceração longa de 12 horas antes da prensa. O mosto é fermentado entre 13-15° C em tanques de aço inoxidável. Não foi usada fermentação malolática neste vinho.

Sem passagem em barrica de carvalho

Engarrafado em junho de 2008

Teor alcoolico: 13,0º

Teor de açúcar: 2,2 g/l

Acidez: 5,76 g/l

Comentários: Este elegante Sauvignon Blanc traz aromas complexos de maracujá, limão e grape fruit. Fresco e vivo no palato, com notas minerais e boa persistência.

Delicioso com ostras, ceviche, robalo assado e queijo de cabra.

Category:Dica de Compra | Comments (2)

Obrigado 2010!

Thursday, 30. December 2010 11:45 | Author:Alain

Que nossa capacidade de renovação a cada 12 meses nos inspire para muitas realizações em 2011!

Votos de saúde, prosperidade e excelentes vinhos!

Feliz Ano Novo!

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Fora Selo Fiscal!

Tuesday, 30. March 2010 17:25 | Author:Alain

Prezados,

Gostaria de dizer que me manifesto aqui sem filtros e também respeitando e aceitando as visões distintas de cada um sobre política e economia.

Dito isso primeiro observo que a falta de justificativas plausíveis para o ato de aprovação do Selo Fiscal para o setor vitivinícola (http://jornaldovinho.com.br/novo/?p=1253) me leva a crer que os objetivos do governo são puramente financeiros, pois esse selo simplesmente aumentará a arrecadação – posição contumaz dos que estão no poder.

Sobre os impactos sobre pequenos produtores, ao invés do governo diminuir gastos na cadeia produtiva e reduzir impostos em busca de competitividade para o setor figuram como mais graves os problemas para regularização do agronegócio familiar devido a pendências com o fisco e/ou agências de fiscalização e consequentemente o forçado atestado de irregularidade para os vinhos de pequenos produtores e produtores artesanais, além da criação de uma barreira de entrada para novos produtores criando uma reserva de mercado para os que hoje despontam no mercado. Portanto para aqueles que como eu cultuam o vinho artesanal, da noite pro dia vão virar dissidentes pois tais produtos não mais terão permissão para circular no mercado.

Isso já foi tentado no segmento de informática em décadas passadas e não funcionou nem trouxe avanços para o setor. Também já foi tentado na Argentina, que abandonou o selo sete anos depois. Da mesma forma que os CDs de música, que usam selos holográficos, nossos cigarros e bebidas destiladas também são obrigados a usar o selo e nem por isso deixam de ser contrabandeados.

Importadores terão que abrir conteiners climatizados em fase de desembaraço alfandegário para aplicar o selo em todas as garrafas importadas que saíram da origem sem selo e produtores internacionais terão que incluir o selo nos produtos endereçados ao Brasil. Imaginaram a cena? Calor infernal, garrafa pra cá, selo pra lá, conteiner aberto e vinho estragando no calor em nome da burocracia. Me desculpem, mas não vejo nenhuma eficácia nisso, só onera o produto e complica o processo. Vai virar motivo de chacota internacional no setor.

Mas de todos os casos o que mais me alarde é a falta de visão dos pseudo representantes do setor vitivinícola, que estão dando um verdadeiro tiro no pé achando que desse ato corporativista criarão uma reserva de mercado para os grandes produtores, quando na verdade com a queda das taxas de importação de produtos do Chile de 12% (se não me engano) para 0% nos próximos meses – como já ocorre hoje para a Argentina – teremos uma invasão ainda maior de produtos importados do Chile que irão atropelar sem mágoa o vinho nacional e seus pesados 55% de impostos na composição do preço (sem o selo!).

Palmas para a Ibravin, que estava lá no meio patrocinada por recursos do estado Rio Grande do Sul!

Ou seja, ao invés lutar por uma melhor eficiência de gestão baseada na redução de gastos e incentivar o mercado com a redução de impostos, preferem aumentar a arrecadação. E quem paga isso tudo somos nós! E ainda ficamos quietos admirando à distância como se não tivéssemos nada com isso!

Assim como os chilenos criaram o MOVI (Movimento de Vinhateiros Independentes do Chile – www.movi.cl) a Uvifam – União das Vinícolas Familiares e de Pequenos Vinicultores (http://uvifam.blogspot.com) – apresentou um manifesto de 217 vinícolas familiares, mas não foi suficiente para sensibilizar o governo. Nós que não concordamos precisamos nos manifestar para contribuir e pontuar as falhas dessa ação, e a internet está aí para isso. Eu modestamente estou começando com esse post.

Vejam abaixo três links que recebi por email sobre o assunto e que compartilho com vocês:

Abraços acalorados e revoltados.

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De volta pro blog

Saturday, 30. January 2010 16:01 | Author:Alain

Olá,

Depois de dois anos em silêncio volto a atualizar o blog dentro de um formato mais amplo. Desmistificar o ato de beber vinho continua sendo a bandeira principal, por isso continuarei a dar destaque a oportunidades de compra que considerar mais interessantes trazendo ao mesmo tempo informações complementares sobre os produtores, regiões, as castas utilizadas, o manejo das vinhas, e claro, respeito ao fato de que nossos gostos e impressões podem ser distintos e este espaço está aberto para discussão. Comente! Critique! Elogie! A participação dos leitores é fundamental.

De forma independente também vou publicar minha opinião a respeito de assuntos que considerar relevantes sobre negócios relacionados ao vinho dentro e fora do Brasil além de questionamentos sobre o formato usado por revendedores, distribuidores e alguns produtores que procuram interferir em nossas decisões de compra e – por decorrência – influenciar nossa percepção sobre o que podemos achar bom ou ruim.

Vale ressaltar que no meio desse mar de informações tenho grande interesse e valorizo produtores que mesmo dentro de um ambiente de negócios cada vez mais dominado pela padronização do gosto ainda defendem o uso de técnicas artesanais, naturais, orgânicas ou biodinâmicas no vinhedo e ao longo da vinificação por entender que isso agrega qualidade e valor histórico ao vinho.

Comecei a escrever o post abaixo em 2008 mas não o publiquei pois estava incompleto, eu precisava organizar melhor as informações, imagens, etc., e acabei deixando pra depois. Falo desta viagem ao Rio Grande do Sul no próximo post com mais detalhes e a partir dela vou publicar uma serie de relatos das experiências enogastronômicas mais bacanas que tive a oportunidade de participar e registrar até hoje.

Um abraço e até a próxima.

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Enquanto o calorão e as chuvas do início de Fevereiro de 2008 pairavam sobre a cabeça do cidadão carioca, no sul do país chegava a temporada das uvas, incluindo a parte que nos interessa, daquelas direcionadas para a produção de vinho. As brancas são colhidas primeiro e depois é a vez das tintas. O estado do Rio Grande do Sul é nossa grande referência regional se considerarmos a tradição e os processos artesanais de produção trazidos pelos colonos que chegaram naquela região em meados do século XIX, principalmente italianos e alemães.

Esse ano tive a oportunidade de passar por lá pra conhecer de perto uma das mais celebradas regiões produtoras do Brasil, o Vale dos Vinhedos, localizado no município de Bento Gonçalves. Pude comprovar que pessoas fantásticas estão realizando um trabalho muito sério de busca, resgate e até de inovação frente às características dos vinhos produzidos naquela região nas últimas décadas. Sempre com o compromisso de fazer com que seus produtos reflitam em cada safra a realidade das estações daquele ano e as características das cepas em solo brasileiro.

Apostando nos valores da produção artesanal e associados a novas tecnologias de produção, poucos, pequenos mas excelentes produtores da região trabalham em sentido contrário à onda de consumo direcionado por notas e de paladares cada vez mais padronizados.

Me surpreendi com a visão e o alto padrão de qualidade perseguidos por esses produtores, que dentre outras características ainda podem ser considerados artesanais pela produção pequena e pelo respeito às características do terroir e do processo de elaboração. Consequentemente os produtos que tive a oportunidade de conhecer me fizeram rever certos paradigmas que temos em relação ao vinho brasileiro.

Falo mais sobre isso nos próximos.

Até mais.

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Penne com molho de Shitake e Fraldinha

Thursday, 6. December 2007 12:05 | Author:Alain

Estreando o espaço de receitas no blog, esse prato foi um daqueles feitos com poucos ingredientes, alguma criatividade e bastante fome.

Vou considerar que os leitores interessados têm mínima experiência na cozinha.

Usei um pedaço de fraldinha e cortei lascas bem finas no sentido transversal à fibra da carne. Temperei com sal, pimenta do reino e reservei. Fiz a massa, tirei um pouco antes de ficar al dente e reservei. Refoguei cebola e alho no azeite, quando começaram a dourar somei um pouco do vinho tinto que estava tomando (um Dolcetto D’Alba Cascine 2006 que comprei antes no Zona Sul para o jantar) e esperei evaporar o álcool. Somei uma porção de shitake junto com a água que usei pra hidratá-lo, temperei com tomilho, sal e pimenta. Somei um pouco de creme de leite e quando acertei o tempero finalmente botei a carne na panela. Como a carne estava cortada bem fininha, o tempo de cozimento foi muito rápido. Uma vez pronto o molho juntei a massa, temperei com azeite extra virgem e parmesão antes de servir.

Fim de papo, bola pra frente e até a próxima.

Category:Dica de Compra, Italia, Receita | Comment (0)

Catena de Mendoza

Monday, 22. October 2007 12:03 | Author:Alain

A dica de hoje faz reverência aos vinhos da região argentina de Mendoza, destacando a excelência da marca Catena Zapata.

A importadora Mistral divulgou em seus catálogos de inverno e primavera excelentes oportunidades para aqueles que desejam conhecer melhor o universo do trabalho de Nicolás Catena, o mais aclamado produtor da Argentina.

Dou destaque aos seguintes produtos:

Brancos

  • Alamos Chardonnay 2006 (cod. 16132) – US$ 14.25/Gfa
  • Catena Chardonnay 2005 (cod. 14745) – US$ 24.90/Gfa
  • Catena Alta Chardonnay 2004 (cod. 15700) – US$ 45.50/Gfa

Rosé

  • Alamos Malbec Rosé 2006 (cod. 15278) – US$ 14.25/Gfa

Tintos

  • Alamos Malbec 2005 (cod. 14459) – US$ 14.25/Gfa
  • Alamos Malbec 2006 (cod. 15775) – US$ 14.25/Gfa
  • Catena Malbec 2005 (cod. 15781) – US$ 25.50/Gfa
  • DV Catena Malbec – Malbec 2003 (cod. 15707) – US$ 35.00/Gfa
  • DV Catena Cabernet – Cabernet 2002 (cod. 14427) – US$ 43.50/Gfa

Os produtos da linha “Alamos” são unanimidade quando se discute relação qualidade / preço. Uma ótima opção para aqueles que estão começando.

A “Catena” pode ser considerada como linha intermediária de produtos da vinícola, porém sem interpretações pejorativas. Oferecendo mais que o esperado, verdadeiros clássicos tais como o Catena Malbec já foram indicados como um dos 100 melhores vinhos do mundo.

A linha “Catena Alta” combina potência e elegância com equilíbrio. É elaborado com uvas selecionadas de vinhedos situados a altitudes próximas dos 1000 metros e, com uma complexidade impressionante, é uma referência absoluta.

Finalizando a resenha vamos falar da linha “DV Catena” que é composta por vinhos premium elaborados com uvas de dois vinhedos diferentes, ambos de terroir excepcional e localizados em altitudes distintas conferindo maior complexidade e profundidade ao vinho. Espetacular.

Experimentem!

PS: Os preços praticados pela Mistral Importadora estão em dólares americanos. Ela vende através de seu site para todo o Brasil e no Rio de Janeiro sua representante regional é Yoná Adler (21) 2274-4562 / 2239 6474.

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Viu no final de semana

Thursday, 16. August 2007 17:22 | Author:Alain

Pros apreciadores de plantão, a dica dessa semana está à venda na Lidador.

Trata-se da linha de vinhos standard do produtor Viu Manent, que entrou em promoção nas lojas do grupo até 22/09 ou até acabarem os estoques.

A garrafa está sendo vendida por R$ 26,30. A Lidador entrega à domicílio em todo o grande Rio e os preços unitários são menores ao comprar caixas de 6 ou 12 unds.

Dou destaque para dois varietais da linha: O da uva Carmenère – que tem nessa região a sua melhor expressão dentro do Chile – e o Malbec, possivelmente representando o melhor Malbec fora da Argentina.

A vinícola Viu Manent está localizada no Valle Colchagua a aprox. 250 km ao Sul de Santiago no Chile.

Aproveitem!

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